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Amanda Lepore, modelo trans, criticou a falta de diversidade nos desfiles de marca famosa

A declaração do diretor criativo da Victoria’s Secret, Ed Razek, que negou a intenção da marca de integrar mulheres gordas e transexuais em seu cast continua repercutindo. A modelo trans Amanda Lepore foi uma das pessoas que criticaram o posicionamento da grife.

“Enquanto a Victoria’s Secret acha que as modelos trans ou plus-size não atendem aos seus padrões, seus produtos na verdade não atendem aos meus padrões. Então, está tudo bem”, afirmou ela em seu perfil no Instagram.

A fala surgiu depois que a “Paper Mag” publicou uma lista de 18 modelos transexuais que poderiam ser escaladas para o evento. “Minha preferência é igualdade e diversidade. Trans é lindo”, completou.

Entenda o caso

Durante uma entrevista coletiva, há duas semanas, Razek justificou a falta de diversidade nos desfiles da empresa de moda como a tentativa de fazer um desfile plus size nos anos 2000, mas que não teve sucesso.

“Não acho que podemos representar todos os consumidores. O show é uma fantasia para o entretenimento”, argumentou. A partir de então muitas mulheres dentre famosas e anônimas mostraram contra a posição de Razek.

Um grupo de modelos negras, gordas e amputadas protestou um dia antes do tradicional Victoria’s Secret Fashion Show nas ruas de Nova York onde ocupou as ruas houve uma simulação de desfile da marca.

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