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Ativista LGBT afirma ter sofrido homofobia em Minas Gerais

O ativista mineiro LGBT Fabrício Marçal Vilela afirmou ter sofrido homofobia no último sábado (20) quanto voltava de uma sorveteria no Centro de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. O acusado teria dado socos e pontapés, além de dizer palavras homofóbicas e declarar que não gosta de gays.

De acordo com Fabrício, as agressões começaram primeiro na internet graças ao coletivo “As Cores do Pontal”, criado por ele.

“Isso começou a gerar incômodo em algumas pessoas, inclusive nele, que cursava Física na época. A gente começou a discutir no Facebook e, como ele morava próximo de casa, às vezes eu esbarrava com ele na rua e sempre era chamado de bicha, viado e outros termos usados para inferiorizar gays”, disse em entrevista ao G1.

“Ele me deu uma gravata e entramos em luta corporal. Ele só parou quando esses outros rapazes se aproximaram”, completou.

O acusado já teria agredido outros homossexuais e a polícia não conseguiu encontra-lo.

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