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Jogadora sueca afirma que “ser mulher e jogar futebol provoca o ódio”

Porta voz do futebol feminino e defensora dos direitos LGBT, a capitã do Wolfsburg e jogadora da Suécia Nilla Fischer lembrou, em entrevista ao The Guardian, a repercussão em torno da declaração pública de que seria lésbica.

“A reação das pessoas da comunidade LGBT foi boa. Mas nas redes sociais, é claro, as pessoas aproveitaram a oportunidade de escrever opiniões e me enviar”, afirmou a atleta.
Ela acredita que o motivo para tal reação seria em relação não só a sua sexualidade, como também pelo seu gênero. “Elas podem se esconder por trás de uma tela (…), Foi bom, mas, ser uma mulher jogando futebol e ser uma mulher gay, provoca muito ódio”, completou.

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