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Profissionais LGBT escondem orientação no trabalho

Segundo uma pesquisa do Center For Talent Innovation, a maioria dos profissionais LGBT brasileiros não declaram suas preferências sexuais ou identidade de gênero abertamente no ambiente de trabalho.emprego

A pesquisa falou com mais de 12 mil funcionários de empresas multinacionais, dentre os quais 1.964 se identificaram como lésbicas, gays, bissexuais ou transgêneros (LGBT), de países com diferentes níveis de apoio a pessoas LGBT.

Índia, Rússia e Cingapura foram considerados mercados com leis hostis à essa população, enquanto China, Hong Kong e Turquia entraram na categoria de legalmente “não-amigáveis”. Já Brasil, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos foram vistos como países com leis receptíveis ao público LGBT.

Nos lugares mais amigáveis à comunidade, como o Brasil, 61% dos funcionários dizem estar “no armário” em suas vidas profissionais. Embora África do Sul, Reino Unido e EUA tenham percentuais menores de profissionais “no armário” do que o Brasil, todos ficam próximos dos 50%.

Em países mais hostis à população LGBT o número de profissionais que esconde completamente a identidade foi maior — mas na Turquia, 54% dos profissionais dizem estar “no armário”, quantidade menor que a do Brasil. A Rússia é o país onde mais profissionais escondem a identidade LGBT (80%) no ambiente de trabalho.

Com informações do jornal Valor Econômico

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