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Testemunhas dizem que atirador de Orlando frequentava boate gay

Chris Callen, um artista que se apresentava na boate Pulse, em Orlando, na Flórida, afirmou ao jornal New York Daily News que Mateen visitou o local do massacre nos últimos três anos.

“Eu o vi algumas vezes na Pulse, outras pessoas com quem falei, incluindo um ex-segurança, viram este cara na Pulse muitas vezes antes”, afirmou Callen.

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O artista afirmou que em uma ocasião Mateen teria puxando uma faca contra um amigo depois de este ter feito uma piada religiosa.

Apesar deste incidente, Callen afirmou que Mateen era “um cara legal… Talvez ele tivesse se radicalizado ou detestado quem ele era”.

“Às vezes ele ia para um canto, sentava e bebia sozinho, outras vezes ele ficava tão bêbado que falava alto e ficava agressivo”, afirmou outro frequentador da Pulse, Ty Smith, ao jornalOrlando Sentinel.

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Kevin West, que também frequentava a casa noturna, disse ao jornal Washington Post que viu Mateen entrando na Pulse no começo da madrugada de domingo e acrescentou que já o conhecia através de um aplicativo de encontros chamado Jack’d.

“Eu lembro de detalhes. Nunca me esqueço de um rosto”, disse West.

As autoridades ainda não fizeram nenhuma declaração oficial a respeito destas novas informações. Mas as redes de televisão americanas CNN e NBC informavam que os investigadores que estão trabalhando no caso estão examinando os depoimentos.

Mateen entrou armado na boate Pulse na madrugada de domingo. Até o momento o ataque deixou 50 mortos (incluindo o atirador) e 53 feridos, no que é considerado o tiroteio mais letal da história recente dos Estados Unidos.

O atirador acabou sendo morto pela polícia.

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